domingo, 7 de junho de 2009

Tradição!

Shabat, à mesa, comendo os mesmos alimentos que consumimos todas as semanas (não estou me queixando!), com as mesmas pessoas maravilhosas, me fez pensar no poder da tradição.

Tradição!

Como alguém que guarda e observa quase todos, com detalhes, feriados e festas judaicas, acreditem em mim - eu conheço tradição.

O que sobre tradição que é tão importante para as pessoas? Porque todos nós temos de comer as mesmas comidas, ao mesmo tempo?

Acho que tradição é especialmente importante para nós porque, enquanto tantas coisas mudam constantemente em nossas vidas, ela permanece a mesma e nos mantêm ligados ao passado, às nossas raízes, à nossa família, à nossa origem. É confortante experimentar dos mesmos gostos, cheiros, sons e paisagens que estão ligados a emoções positivas e sentimentos de felicidade e amor (embora, infelizmente, isso não é válido para todos). Crianças, especialmente, se agarram as tradições e se irritam quando não são seguidas.

Enquanto nós, geralmente, pensamos em tradições como algo que é transmitido através das gerações, podemos começar uma nova apenas fazendo a mesma coisa por dois anos consecutivos. Férias ou não, eu e alguns bons amigos, que não nos vemos com freqüência, nos encontramos sempre, em lugares diferentes, no fim do inverno e no fim do verão – no hemisfério onde está a maioria, para contar as novidades. Desde então, fazemos questão de nos ver pelo menos, duas vezes por ano. A tradição assegura que irá manter a nossa amizade.

Nem todas as tradições vêm de história, religião ou família. Algumas são fabricadas por aqueles com algum interesse financeiro ou social aprovados largamente por uma comunidade ou cultura.

As barras de chocolates Kit Kat tornaram-se populares no Japão como uma maneira de alguém desejar sorte em seus exames escolares. Esta tradição foi orquestrada pelo marketing de uma forma orgânica e se baseia na similaridade entre o nome do doce e a frase em japonês Kitto katsu, que significa aproximadamente "Espero que tenha sucesso!" Desde então mães japonesas jamais enviam os filhos para a escola em dia de exames, sem barras Kit Kat.

Isso não é diferente dos “Dia das Mães” ou “Dia dos Pais” óbvia tradição comercial de vendas, (minha própria visão do inferno é ir para o shopping nesses dias). Na verdade, marketing social faz esse tipo de coisa o tempo todo, como o Dia Mundial da AIDS ou do Meio Ambiente.

Como podemos criar novas tradições positivas e que serão aprovadas pelas pessoas que delas se beneficiarão?

  • Conecte-as a uma ocorrência sazonal;
  • Crie algo sobre amigos e família;
  • Introduza a nova tradição as tradições já-existentes;
  • Incorpore outras culturas "as suas próprias tradições”;

Tradições podem ser grandes ou pequenas. Seja inteligente vincule o seu produto, serviço ou campanha a algo que ressoa profundo as pessoas - tradição.

BOA SEMANA!!!

domingo, 31 de maio de 2009

Desafios, Mudanças e Sucesso...

Em algum lugar no passado, eu decidi aprender a tocar clarineta. Eu sempre amei o som deste instrumento, e pensei que ia me divertir muito. Na minha cabeça deveria começar obtendo prazer e dar tempo ao tempo. 

Desafios, Mudanças e Sucesso...


Eu não sabia o quão difícil seria a produção de notas lindas em uma clarineta, para que não parecessem o som de um ganso ferido.

Sempre fui sortuda, a maioria das coisas na escola vieram para mim com muita facilidade. Mas o aprendizado da clarineta tornou-me mais humilde. Foi um grande desafio, e algo que eu tive que trabalhar muito para desenvolver as técnicas que precisei no dedilhado. Apreciei o processo, mas foi um trabalho árduo. 

Aliás, isso me faz lembrar de uma história, contada, a mim, por uma amiga professora, há muitos anos atrás. Ela foi para uma turma, de formação contínua para professores, em que o instrutor insistiu que, como parte da aula, cada aluno devesse aprender a fazer malabarismos, até ao final do curso. Minha amiga não tinha qualquer experiência malabarismos e sua primeira tentativa foi ridícula. Ela estava frustrada e não queria continuar. Mas percebeu que com muito treino e exemplo de um perito, ficava cada dia melhor. Finalmente, como parte do exame final, teve de demonstrar o que tinha aprendido em malabarismos, o que ela fez (e muito bem). No final da última aula, o professor explicou que a frustração que se sentiu em ter de aprender essa difícil habilidade é semelhante ao que uma criança com dificuldade de aprendizado possa sentir quando solicitada a ler um parágrafo de texto. 

  • O ponto é: os professores devem ter empatia com as crianças que estão pedindo para aprender novas habilidades. 

E sim, tudo isso traz trás laços em marketing. Pense sobre o tipo de coisas que pedimos para o nosso público-alvo fazer. Comer uma dieta saudável, monitoramento de tudo, desde a fibra de gordura e sal, carboidratos e antioxidantes. Experimentar este ou aquele novo jeito de comprar, uma nova maneira de dirigir, uma nova maneira de aprender. Elaborar planos em um trabalho que exige competências e técnicas que não vêm facilmente a toda a gente. E muitos casos, na maioria, marketing deve ser feito várias vezes por dia ou semana, o que é pouco provável de acontecer se alguém não se sente confiante em que eles são capazes de mudar um contexto. 

Para o meu professor de clarineta, que tocou na OSB por mais de 30 anos, tocar Bach aparece como uma coisa natural. Mas para mim, que mal podia arranhar a escala, precisei de muita ajuda para desenvolver minhas habilidades. Quando você desenvolver o seu programa de marketing e descobrir o que você vai pedir para o seu público-alvo fazer, certifique-se de não pedir algo que está além da sua atual capacidade, ou que você o ajudará a desenvolver as técnicas necessárias para ser capaz de realizar o que foi pedido. 

O que vem fácil para você pode ser um grande obstáculo para alguém. 

Agora, de volta ao presente.

BOA SEMANA!!!

domingo, 17 de maio de 2009

Como escrever como um humano!

Você não tem que pesquisar muito para encontrar um 
exemplo de texto artificial, eles estão por toda parte. 

Como escrever como um humano!

Quebre seus paradigmas ao escrever e brilhe como uma estrela. 

Aqui estão algumas dicas para escrever como um humano: 
  • Escreva como você fala. 
  • Entreviste alguém. 
  • Use frases curtas. 
  • Use palavras curtas. 
  • Não tenha medo de humor.
  • Abrace o ponto de exclamação. 
  • Utilize metáforas quotidianas. 
  • Coloque um senso de lugar ou hora. 
Um excelente escritor não soa como um escritor.

BOA SEMANA!

sábado, 16 de maio de 2009

Quem vai contar a sua história?

Aqui está algo para pensar: 

"Grandes marketeiros do futuro não serão medido pela forma como contam histórias aos seus ouvintes, mas sim como seus ouvintes contam histórias sobre eles." 
(De uma apresentação de Tim Smith.) 

Quer pular esta recessão e começar a crescer como louco? Faça algo tão bom, tão único e empolgante que as pessoas não poderão fazer nada a não ser falar, e muito, sobre isso. 

Bom Domingo!

domingo, 10 de maio de 2009

Feche a boca e faça melhores reuniões!


Muitas pessoas detestam reuniões. E isso acontece porque muitas reuniões são, realmente, odiosas. 

Feche a boca e faça melhores reuniões! 

Há um monte de coisas que as tornam dessa maneira, e no topo da lista, há pessoas que falam muito nas reuniões. 

Certo? Ora aqui está algo que vai fazer você pensar: talvez um dos
motormouths da "reunião-tortura" seja você. 

Vale a pena considerar, e um lugar para começar é ter em mente as cinco maneiras simples para se portar em reuniões. Essas cinco formas são: 
  • Coloque sua mão sobre a boca - literalmente. Vai ajudar você ficar quieto. 
  • Pergunte algumas grandes questões - é sempre bom incentivar outros a falar. 
  • Mantenha o controle de quantas vezes você tagarela. 
  • Observe como você se sente quando está quieto. 
  • Pergunte a si mesmo uma simples pergunta: "Será que estou prestes a dizer preciso de algo para dizer alguma coisa ou os outros participantes precisam de ouvir? " 
Reuniões são melhores quando há mais para ouvir do que falar. E isso é uma coisa de cada um de nós pode ajudar a fazer.

Se você é um habitual falador como eu, tenho certeza que vai descobrir que aprender a dizer menos e ouvir mais pode ser um grande trunfo. As pessoas vão te achar mais simpático, eles vão te respeitar mais e o que você diz será recebido com mais entusiasmo e terá muito mais impacto.

BOA SEMANA!!!

quinta-feira, 7 de maio de 2009

MUITA INFORMAÇÃO?

Sei que passou muito tempo desde minha última atualização, este blog volta à vida depois de um hiato de quase seis meses, parece um bom momento para lançar uma idéia nova no ar...

MUITA INFORMAÇÃO?

Conhecimento é poder. Mas só um pouco de conhecimento pode ser uma coisa muito perigosa. Tento conciliar estas duas idéias para decidir se com meu aprendizado pessoal, saber meu código genético seria fazer mais dano do que bem.

Eu li, hoje, que Sergei Brin, fundador do Google, carrega uma mutação genética que aumenta suas chances de desenvolver a doença de Parkinson. A esposa dele, Anne Wojcicki, é o co-fundadora de uma empresa, 23andMe, que oferece testes genéticos pessoais. Por apenas $ 399 (o que o torna ao alcance de muitas pessoas), a empresa vai analisar uma amostra de saliva e fornecer, em profundidade, o histórico sobre a forma como o seu relatório genético influencia mais que 80 doenças, relacionando-as com as condições e características. Você pode saber o que está codificado em seu DNA e que significa para o presente e futuro da sua saúde.

Você quer saber se está predisposto a ter um ataque cardíaco ou desenvolver um câncer de mama, cólon, pulmão ou próstata? Você está destinado a ficar careca? Ou viver uma vida longa? Você viveria diferente se soubesse que você não tem o gene do ataque cardíaco? Ou, se você for um fumante com o gene do câncer de pulmão, estaria mais motivado a deixar de fumar?

Evidentemente, a biologia não é destino. Mas pode ser difícil tê-la como tal, se você souber que está com alto risco de desenvolver uma doença potencialmente fatal. Você viverá a sua vida inteira em pânico...

Então, o que acha? Você planeja testar sua família? Deseja saber o seu código genético e motivá-lo a agir? Ou existem alguns coisas que seria melhor não saber?

Bom Fim de Semana...and I'M BACK!!!

domingo, 16 de novembro de 2008

Não importa se é grátis ... Não estou interessada!

Há alguns dias atrás eu estava sentada na minha mesa de trabalho, mergulhada em meu próprio mundo, quando me passaram uma ligação com um convite/teste.

Não importa se é grátis ...Não estou interessada!

Tentando permanecer de mente aberta, eu aceitei o convite suspeitando que era uma espécie de apelo de vendas. Um jovem me apresentou a sua empresa e, em seguida, deu a sua oferta - uma análise GRÁTIS do nosso site, que me diria como nosso ele está classificado nos principais sistemas de busca. 

Eu informei ao jovem do telemarketing que não estava interessada e que já tinha conhecimento onde nós estávamos no ranking, pois eu trato de todas as atividades de marketing da empresa, incluindo CEO. No momento em que eu disse que não estava interessada ele disse a coisa mais espantosa ...

"Por que não? ... É grátis!" 

Por que não, é grátis!?  Eu realmente queria rir, mas permaneci profissional. Eu expliquei ao jovem que entendi que o que ele estava oferecendo era grátis, mas que eu ainda assim não estava interessada.

Porém (por simpatia, curiosidade de marketeira ou bom humor momentâneo) eu concordei em fazer o teste e receber um relatório gratuito para que a minha linha telefônica fosse liberada o mais rápido possível. Ele ficou contente e passou a me pedir principais palavras-chave/meta. Finalmente ele informou que ia me enviar por e-mail em poucas horas os resultados e terminou a chamada.

Algumas horas depois, recebi um relatório com uma lista de ferramentas de busca mostrando como o nosso site não está classificado para a palavra-chave Tecnologia. 

Isto me fez pensar. O Freebies ainda funciona? Se sim, deve haver maneiras mais eficazes e grátis que podem ser usadas. Onde o telemarketing cai nessa? 

Com base na conversa acima aqui estão alguns pontos que eu gostaria de destacar: 

  • O jovem do serviço de telemarketing não estava preparado ou treinado. 
  • Ele estava me oferecendo algo que eu já estava ciente. Assumindo que este incentivo era grátis.

Alguém, realmente, ainda acredita que qualquer coisa é boa e vale a pena só porque é de graça? Eu, definitivamente, não.

Não teria sido melhor ter uma conversa comigo sobre as tecnologias usadas pela minha empresa e, em seguida, fornecer recomendações? Teria sido muito mais interessante se tivesse ido um pouco mais longe. 

O PONTO: Oferecer algo de graça não é bom o suficiente. Você pretende fazer uma oferta?

Torne-a útil!

BOA SEMANA!!!